
Rosângela Aparecida Mendonça
"A mesa sempre tinha lugar pra mais um."
A Rosa, como todos chamavam, acordava às quatro da manhã todos os dias para preparar salgadinhos e doces que vendia no portão de casa desde antes de qualquer vizinho estar de pé. Trabalhou assim por mais de trinta anos e não via nada de extraordinário nisso. Tinha um jeito de receber visita que deixava qualquer um com fome imediatamente: nem pisava na soleira que ela já estava chamando pra mesa. Cuidou de vizinhos doentes como se fossem da família, porque pra ela eram. Tinha devoção firme pela Nossa Senhora Aparecida e nunca esquecia um aniversário. Deixa o marido Edilson, as filhas Adriana e Cláudia, os netos, e uma fila enorme de gente que só queria mais um coxinha com café.
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